terça-feira, 8 de outubro de 2013

e a vida segue.

22:46. Ouço 'Segredos', Frejat (mais uma vez). Penso que essa música me desperta sentimentos bons. E estou aqui para dizer um pouco sobre isso: os sentimentos.
Parecem ser uma confusão, mas não. Hoje tenho organizado alguns e outros ainda tento domar as rédias. Muitas coisas mudaram de uns tempos para cá. Algumas para bem, outras nem tanto. Mas ainda assim "a vida vai devagar";
Estou bem, como pensei que não estivesse. Porém, me questiono: até quando, meu Deus? Até quando será desse modo? A resposta, enfim, não sei. Aliás, não ando buscando respostas ultimamente, me interessam mais as perguntas, fase fulcral.
Na vida aprendi uma coisa, dentre tantos: o que hoje era, amanhã pode não ser mais.
Hoje pode ser segunda-feira, amanhã terça, mas ainda assim insistimos em ser nós mesmo. Insistimos em andar como somos, persistimos num sentimento, na escolha definitiva (em nem tanto) da efemeridade do outro.
Usado. Já se sentiu assim? Pois é, usado. Parece que até o tempo nos usa para passar mais depressa. Ou menos. O amor nos usa para estragar tudo, entretanto reabre para uma busca: "que seja bom para mim".
O 'mim' é sujeito que chora ou faz chorar?
Não esqueçamos do restante: vou procurar!
Para quem não sabe onde quer ir, qualquer lugar basta.

Boa noite

Rafael