terça-feira, 8 de outubro de 2013

e a vida segue.

22:46. Ouço 'Segredos', Frejat (mais uma vez). Penso que essa música me desperta sentimentos bons. E estou aqui para dizer um pouco sobre isso: os sentimentos.
Parecem ser uma confusão, mas não. Hoje tenho organizado alguns e outros ainda tento domar as rédias. Muitas coisas mudaram de uns tempos para cá. Algumas para bem, outras nem tanto. Mas ainda assim "a vida vai devagar";
Estou bem, como pensei que não estivesse. Porém, me questiono: até quando, meu Deus? Até quando será desse modo? A resposta, enfim, não sei. Aliás, não ando buscando respostas ultimamente, me interessam mais as perguntas, fase fulcral.
Na vida aprendi uma coisa, dentre tantos: o que hoje era, amanhã pode não ser mais.
Hoje pode ser segunda-feira, amanhã terça, mas ainda assim insistimos em ser nós mesmo. Insistimos em andar como somos, persistimos num sentimento, na escolha definitiva (em nem tanto) da efemeridade do outro.
Usado. Já se sentiu assim? Pois é, usado. Parece que até o tempo nos usa para passar mais depressa. Ou menos. O amor nos usa para estragar tudo, entretanto reabre para uma busca: "que seja bom para mim".
O 'mim' é sujeito que chora ou faz chorar?
Não esqueçamos do restante: vou procurar!
Para quem não sabe onde quer ir, qualquer lugar basta.

Boa noite

Rafael

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Simples assim!


Ao escrever estas linhas sobre a apostolicidade da Igreja, ou melhor, a maneira como nós recebemos a mensagem de cristo, parto motivado por uma afirmação que li recentemente dizendo que a Igreja Católica fora fundada por Constantino, imperador do Imperio Romano, por volta do ano 313.
Isso me intrigou tanto e fez refletir sobre. Consultando os anais da história desse período, me deparei com a informação: Constantino assinou um decreto que autorizava os cristãos de prestarem seu culto a Cristo, de onde provém o nome característico. A reflexão foi: autorizar não é o mesmo que fundar, visto que se autoriza a praticar algo que já existia. Por exemplo, se permite aos trabalhadores de uma empresa tomarem o café as 15hr, porém o ato de tomar o café já demonstra sua necessidade ou existência. Em outras palavras, é necessário tomar café para alimentar o corpo, trabalhar melhor, mas esse ato já existia, foi apenas uma convenção ser às 15.
A liceidade implica, necessariamente, a existência prévia. Daí incorrer que tenha fundado uma igreja, seria mentira de mais, pois onde estão os testemunhos petrinos e paulinos da igreja, e as cartas de João?
Porém, mesmo que aceitasse a hipótese de que a Santa Igreja tivesse sido fundada por Constantino, eu ainda assim seria católico, porque a liceidade do império em relação ao culto se deu em 313, o que implica dizer ter passado dois séculos da morte de cristo e dos apóstolos diretos e ouvintes do Senhor. Como na brincadeira comum do telefone sem fio, o que está mais próximo do princípio-fonte tem mais oportunidade de saber o que realmente se disse, sem perda de sentido ou valor, assim Constantino deve ter ouvido dos primeiros seguidores e tão próximo quanto se ouvisse de próprio Cristo a mensagem de salvação. Melhor acreditar nisso que nos remeter a 1517 anos de pregação da Igreja em Lutero, 1970 até nascer Edir Macedo e outros de sua corja, influenciados pela mentalidade capitalista e lucrativa da graça.
Ainda assim, prefiro ser da Igreja que Constantino autorizou, que se perder na barca furada de calhordas inescrupulosos que brincam de deuses e se fazem passar por ovelhas e enganadores.
Amo a Cristo! Amo a Igreja que Ele fundou! Amo Maria e não troco minha fé por outra fé.