Boa tarde. São exatamente 17:10, 11 de março de 2011. Ouço uma música que fala muito comigo. Chama-se 'Tudo podes', do Walmir Alencar. Hoje amanheci meio assim, sei lá. As aulas foram ótimas. Porém, uns nomes andam me perturbando ultimamente, principalmente os evocados com tanta frequencia e atenção. Um misto de alegria e paz invadem meu coração, entretaento, há momentos que esses se esvaem e sobra apenas a mim, humano e frágil, simples e complexo, paradoxo de antagonismos que nem mesmo sei explicar. A pergunta que ando me fazendo ultimamente é: o que queres de mim? Ahhhh! se pudesse ser diferente. Ahh se todos gostassem de bossa nova ao invés de samba.
Conheci pessoas maravilhosas esses dias. Entre elas uma amiga, que me envia mensagens belíssimas por celular e e-mail. Seu nome ao certo ficou gravado em meu coração com tanta intensidade que parece queimar algo quando ouço o ressoar de sua voz. Mas ainda me sinto vazio, frio e calculista. Um dia me disseram que era pragmático/utilitarista. Mas quem não é? Não faço o bem que quero, faço o mal que não quero.
Ultimamente o que anda a inquietar-me é a maneira como podem ser as pessoas. Um mesclado de simpatia e compreensão, porém e ao mesmo tempo, agonia e desilusão. Como queria confiar menos e manter minha postura como dantes. Mas sempre acabo por me preocupar por confiar de mais.
Um dia desses saio por aí, gritando a plenos pulmões que quero apenas ser humano, com todas as notas específicas de SER HUMANO. Pessoas vem e vão, contudo, somente as que nos marcam profundamente permanecem. Tenho pensado muito nas minhas amizades. Nos amigos sanguessugas, nos amigos mocréias, nos amigos convenientes e os nem tanto assim, nos que se aproximam por interesse e naqueles que eu me aproximo por interesse. Nos encontros rotineiros e casuais que, por um instante, fazem repercutir aquilo que faço na eternidade. Queria ser apenas eu. Queria me olhar no espelho e dizer: Oi, Rafael! Há uma canção que diz: a vida se repete na estação... Me lembraram agora: postagens curtas! Até breve
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